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Pancadas na cabeça: o que fazer?

Na vida adulta, os traumas encefálicos estão geralmente relacionados a acidentes graves e bem frequentes, como batidas de carros, atropelamentos e quedas, por exemplo. Até mesmo algumas profissões oferecem um risco maior de pancadas na cabeça. É o caso de lutadores, jogadores de futebol ou pilotos de fórmula 1. 

O problema é que essas pancadas podem causar danos neurológicos permanentes. Por isso, deve-se prestar atenção nos seguintes sinais após qualquer desses episódios: perda de consciência; sangramentos (especialmente se ocorrem pelo nariz ou ouvidos); dores de cabeça intensas; fraqueza; sonolência; perda de memória; vômitos constantes que não melhoram e pupilas dos olhos de tamanhos diferentes. Na presença de alguns desses sintomas, o paciente precisa buscar um médico imediatamente.  

Depois de um trauma encefálico, há duas hipóteses que não podem ser alteradas pelo próprio paciente ou por qualquer outra pessoa senão um especialista. Por exemplo, se houver afundamento da cabeça ou suspeita de lesão no pescoço, a emergência deve ser acionada o mais rápido possível. Bater a cabeça é sempre um sinal de alerta, mas há duas possibilidades: se nenhum vaso ou artéria romper, pode surgir um galo e aí basta uma compressa de gelo. Mas se houver algum rompimento, o sangue pode vazar para o cérebro e levar aos sintomas supracitados. 

Na infância, os traumas encefálicos merecem ainda mais atenção. Os pais devem observar os pequenos por 48 horas depois de uma pancada, inclusive enquanto eles dormem - sempre atentos a mudanças de comportamento e sinais vitais durante o sono. Nessa idade não dá pra evitar que seu filho se machuque, mas é possível providenciar algumas medidas de proteção em casa mesmo, como recomendam os especialistas. Em suma, é preciso pensar no risco a que estamos todos submetidos com cada atividade e evitá-lo ao máximo.

Fonte: Medical Site

19 de Setembro de 2019

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Leonardo Rocha Carneiro García Zapata - Doctoralia.com.br