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Epilepsia pode ser tratada com cirurgia

Entre os principais benefícios cirúrgicos para tratar a epilepsia estão: risco reduzido de lesão ou morte prematura; maior independência; redução no uso de medicamentos; melhor controle de crises; em alguns casos, melhores performances laborais, conferindo mais qualidade de vida.

Que pacientes podem fazer a cirurgia?

Infelizmente, não é possível que todo e qualquer paciente se submeta ao processo cirúrgico. A seleção dos candidatos requer uma análise feita por equipe psiquiátrica multidisciplinar que deve interpretar exames psiquiátricos para definir precisamente a área epileptogênica, avaliar riscos e prever desfechos.

Esses exames incluem testes neuropsicológicos; Tomografia Computadorizada do crânio, Ressonância Magnética do Crânio, AngioRessonância, AngioTomografia, Angiografia digital, Eletroencefalograma e  Video EEG. Além de localizar a área epileptogênica, os exames são importantes para lateralizar a linguagem/área cortical eloquente/função da memória no lobo temporal mesial ou, ainda, para diagnosticar CNEPs, zonas de ataque de crises e padrões de EEG ictal.

Quais são os riscos da cirurgia?

A eficácia desse procedimento cirúrgico depende da patologia subjacente, da localização e delineamento preciso da área epileptogênica além de, claro, do desempenho do neurocirurgião.

Os riscos e complicações são típicos de qualquer intervenção neurocirúrgica, como danos cerebrais não intencionais por hemorragia ou infecção; déficits de memória por ressecção parcial do lobo temporal parcial; falsa localização ou remoção incompleta de zona epileptogênica; progressão da doença.

O pós-cirúrgico

Depois da cirurgia, o paciente passa por um período de recuperação e observação hospitalar que dura, em média, uma semana. Com a retirada dos pontos, recebe alta e mantém a medicação por alguns meses até retirá-la gradativamente. Somente depois de dois anos sem o uso de remédios é que se pode considerar uma cura. De todo modo, o paciente deve continuar visitando o médico regularmente.

Fonte: Medical Site

12 de Dezembro de 2019

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Leonardo Rocha Carneiro García Zapata - Doctoralia.com.br